SETEMBRO NEGRO.
Voltar a viver as mentiras.
Andar pelas ruas de um paraíso vazio.
A ilha dos bem-aventurados.
Um lugar solitário para se estar vivo.
Configure cercas construir paredes.
Reivindicar o seu pedaço ou apenas tomar tudo.
Então, nós pagamos o preço para poucos escolhidos.
Poder privilegiado não é nada novo.
Estamos apenas sacrificando.
Estamos apenas sacrificando.
Nascido em uma vida desperdiçada.
Provocada pela situação religiosa.
O que foi criada.
A avenida, no final da história.
Um excesso de população.
Transformado em mendigos e ladrões.
Mas os esquemas estão secando.
Migalhas insignificantes não satisfazem.
Mas eu virar meus dedos para o punho.
E começo por dizer isso.
Não há mais sacrifício.
Não há mais sacrifício.
Nascido em uma vida desperdiçada.
Trazido em linhas de produção.
Sacrificar.
Como podemos defender lares desfeitos e crianças mortas.
E como podemos fingir que a liberdade de escolha vai salvá-los.
Como podemos defender lares desfeitos e crianças mortas.
Como podemos sequer fingir.
Se sente como um setembro negro.
Se sente como um setembro negro.
Se sente como um setembro negro.
Se sente como um setembro negro.
Se sente como um setembro negro.
Se sente como um setembro negro.
Não há mais sacrifício.
Não há mais sacrifício.
Nascido em uma vida desperdiçada.
Trazido em linhas de produção.


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